Na guerra é vencer, custe o que custar

Hoje é um grande dia! Hoje é dia de guerra, não qualquer guerra, mas a guerra do time dos italianinhos desqualificados contra o time da elite branca quatrocentona de São Paulo.

Não basta ganharmos o jogo, temos que massacrá-los (na bola, deixo bem entendido), temos que lhes impingir outra goleada, pois somente assim aquela soberba adquirida nos últimos tempos – fruto de um período onde fomos adormecidos por um ‘presidente’ não Palmeirense (o inominável, aquele que não se deve falar o nome) – cessará, e eles voltarão a ser o que sempre foram, a terceira ou quarta força de São Paulo.

Temos que partir para cima desde o primeiro minuto, acuá-los em seu campo, bombardear a meta do goleiro de pebolim (totó para os cariocas) o tempo todo. Não podemos desperdiçar nenhuma chance, e quando jogo já estiver 3 x 1 (esse é meu palpite) tocarmos a bola de pé em pé, e nossa torcida que lá estará em número inferior, mas em bom número, bradará olé pelos quinze minutos finais, ao passo que a torcidinha da moda irá se retirando aos poucos daquele imenso elefante branco. O que eu quis dizer aqui é que temos que HUMILHÁ-LOS!

Temos que derrotá-los em nome dos últimos anos, por causa da farsa do Bosco no Palestra Itália, devido ao aliciamento de atletas; temos que vencê-los para mostrar para a imprensa que o seu queridinho está em franca decadência (isso não tem patrocínio de camarote, informe publicitário em páginas esportivas e placas de publicidade de jornais esportivos em estádio que disfarce) e voltando a ser o que sempre foi: coadjuvante. [leia aqui alguns outros motivos]

Mas, acima de tudo temos que humilhá-los em nome de nossa tradição, de nossa história e em nome dos heróis de 1942.

Enfim, temos que mostrar a eles que o gigante adormecido despertou e que eles mais que temer devem é TREMER. Pois, como foi visto já em 1942 morria o PALESTRA líder, mas nascia o PELMEIRAS campeão.

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Comecei a escrever este texto às 8h26, mas estou acordado desde às 7 horas da manhã. É um misto de noite bem dormida com ansiedade. Espero que este seja esse o espírito de todos os jogadores do Palmeiras no campo inimigo: ansiosos, mas com ganas de derrotá-los, humilhá-los; exterminar as linhas inimigas e conquitar a vitória, custe o que custar. É assim deve ser em uma guerra.

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