O começo do fim

Estava com a intenção de escrever um texto sobre a derrocada bambi. Não um texto daqueles que servem para dar um grande CHUPA pra essa gente, mas um daqueles que colocam os ‘pingos no is’, um daqueles que botam essa gente em seu devido lugar.

Mas, não foi necessário. O Barneschi, lá do Blog xará (ForzaPalestra) já o fez, e com maestria. Leiam um trecho logo abaixo, mas recomendo a leitura na íntegra, para isso clique aqui.

“Se a geração vitrine nasceu a partir dos últimos triunfos bambis na Copa Libertadores, temos agora o prenúncio do fim da torcida de modinha (…) A julgar pela história, o abandono é inevitável. (…) Bambis não vão ao estádio para empurrar o time à vitória; vão para assistir e depois se proclamarem campeões. É por isso que somem durante as temporadas regulares para surgirem nas fases mais agudas, quando se aproxima a decisão. (…)A camisa do SPFW é como um tênis adidas, um agasalho Puma ou um boné Nike. Serve como adorno, como grife, dessas tantas que encontrarmos nas vitrines de um shopping center qualquer. (…)É o que se convencionou chamar de torcida de modinha. O termo é bom, mas eu prefiro falar em geração vitrine. A mesma que pode ter começado a ruir na última quarta-feira, dia em que o estelionato bambi começou a ficar mais evidente.”

Entretanto, o Barneschi não foi o único a falar que para essa gente que a derrota serve como lição. O Secondo Tucci, em seu Blog, escreve uma carta a um suposto amigo sãopaulino mostrando a ele que é nas derrotas que se forjam os verdadeiros campeões, não com o embalo da mídia e com vitórias fáceis. Leia a carta clicando aqui.

Tudo já foi dito. É o começo do fim, e não farão falta.

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4 Respostas to “O começo do fim”

  1. Forza Palestra Says:

    Valeu, Ademir!E como eu disse lá nos comentários, precisamos de um novo encontro com todo o pessoal da mídia palestrina.Abraços

  2. Ademir Castellari Says:

    Poxa Barneschi, precisamos mesmo. Principalmente nestes tempos onde as coisas estão muito confusas. Acordos com os bambis (beija mão do remember 42 com a diretoria leonor), acordos lusitanos com os lusitanos, ‘qualificação’ da torcida, etc. Confesso que ando meio perdido com essas coisas. Precismos conversar, todos. Principalmente aqueles que são da resistência. Vamos marcar, esperemos um jogo fora, daqueles que o bolso não alcança e vamos vê-lo juntos, assim conversamos e tiramos os elefantes que habitam a parte detrás de nossas orelhas, ou pelo menos, saibamos que eles estão por lá e por lá ficarão por algum tempo. abraço.

  3. Forza Palestra Says:

    Ademir,Então o mais próximo é o jogo contra o Ispór, dia 8, domingo, em Recife. Podemos tentar. Mas precisamos pensar bem no lugar. Por ideologia, eu sou contra assistir aos jogos em bares – não quero me misturar com torcedores de outros times. Mas aí podemos pensar em alguma opção menos problemática.Abraços

  4. Teo Says:

    Ademir, Barneschi…assisti ao jogo contra o Inter com o Tiagoo e o Rafa do OV. Procurei vocês ali pela Turiassú, mas não os vi. Derrubamos várias geladas no Alviverde no pós-jogo. Eles pediram pra ver mesmo um encontro da rapaziada. Vamos nessa, pode me dar um alô.Barneschi,também não assisto em bares. O único que eu encaro é o L’Osteria.E amanhã, onde rola o esquenta?Abraços!Teo

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