Drops

Ser assinante Speedy, da espanhola telefonica é – como já me disseram – padecer no paraíso. Hoje, o dia todo, fiquei sem conexão. Parece que o Estado de São Paulo todo – não o jornal, mas a ‘locomotiva da nação’, também ficou. Então, com um atraso de quase 24 horas, vamos a algumas impressões – em sua imensa maioria amargas – sobre o que assisti ontem à noite. Tudo em forma de drops.

Rede Globo – i

Quando é que nossos dirigentes (os dos clubes, os de federações, confederações e outros bichos) vão entender que não dá mais para aceitar os ditames da ‘Vênus Platinada’? Um jogo terminando por volta da 1:30 h da manhã é um tremendo desrespeito. Desrespeito não só com aqueles que freqüentam estádio, mas desrespeito – inclusive – com aqueles que assistem aos jogos pela TV.

Rede Globo – ii

Não sei se foi a Globo que inventou o comentarista de arbitragem, mas é ela quem mais dá ‘status’ a esses ‘especialistas’. No caso da ‘Vênus’ o gênio do apito eletrônico é o maravilhoso, estupendo e magnífico Arnaldo César Coelho. Gostaria poder ter o poder mágico de transferir o comentarista para o campo de jogo sem o recurso do VT, e ver como ele se sairia. Condenar o árbitro por aquele pênalti no Washington, sendo que o árbitro estava correndo por detrás do lance, e depois o ‘malhar’ por todo o jogo, é fácil. Queria ver ele lá, no momento exato do lance, agindo, tendo que apitar. Ops! Ele marcaria o pênalti, pois sempre foi um árbitro covarde, caseiro, sempre fez média, como faz até hoje em seus comentários. Abaixo essa covardia! Abaixo os comentaristas de arbitragem, pois com replay até eu.

Rede Globo – iii

Essa é para a Rede Globo e todos os outros canais, que por mais que tentem se diferenciar não conseguem. Todos caem no senso comum, todos se nivelam – e por baixo. Seja na aberta, seja na paga. Seja Sportv, seja ESPN. Digo isso, porque percebo que há uma semana eles já acertavam o resultado (vitória do Flu) e os comentários sobre o jogo de ontem destacavam, em sua imensa maioria: “A LDU não é adversário para o Fluminense”, por isso, a certeza de que o título já estava no Brasil-il-il… O resultado no jogo de ida foi apenas um desastre, um erro divino, pois o nosso time (afinal, Fluminense é o Brasil na Libertadores) além de ser melhor, não teve sorte na primeira partida. O fato de o time brasileiro não ter em seu elenco ninguém, repito, ninguém, que jogue ao menos parecido ou no mesmo nível que o LATERAL Guerrón nem foi mencionado. Aliás, nem foi mencionado o fato do time da LDU ter jogado – nas duas partidas – um futebol melhor que a maioria dos times que atuam por aqui. Só desprezo e empáfia, afinal – como disse hoje um comentarista da Sportv – o futebol brasileiro deve estar em baixa, pois perdemos para o futebol equatoriano. Ai, meu Deus!

Efeito…

Rede Globo – iv

Parece que muitos otários ainda entram no oba-oba. Acredito (juro que sim) que o Renato Gaúcho usou aquelas frases feitas (coisa de auto-ajuda, coisa de quem acha que animará um grupo com frases, digamos, vencedoras) as usou apenas no intuito – como direi? – de animar o seu grupo. Não era certeza de jogo ganho. Mas, que aconteceram coisas estranhas, aconteceram! O que eram aquelas serpentinas tricolores (bordô, verde e branco) que foram atiradas na comemoração da LDU? Será que o oba-oba, a empáfia, o já ganhou – típicos do ufanismo global que nos assola – não contaminaram o espírito tricolor? Que foi estranho foi. Tão estranho como a atitude dos jogadores do Fluminense que ao retornarem ao gramado para receberem suas medalhas de VICE estavam visivelmente contrariados – para dizer o mínimo – em receber as medalhas de prata.

Menos, menos…

______________________
Leiam aqui o que escreveu o Blog xará sobre a derrota tricolor.

Em tempo: Durante o imbróglio Thiago Neves, lendo uma mensagem de um torcedor do Fluminense no Orkut, onde este – para justificar o porquê TN deveria permanecer nas laranjeiras – destilava todo tipo de impropérios contra a história do Palmeiras. Já naquela época, esse MENINO demonstrava não conhecer a história de seu time, pois só o fato do Palmeiras ter vencido a Copa Rio em 51 e ter sido sucedido pelo Fluminense em 52, mostrava a grandeza de ambos, mas ele quis ignorar – ou ignora – ambos os fatos. Lembrei-me – mesmo não recordando o seu nome – dele ontem durante todo o jogo. O Fluminense continua grande – aliás, maior do que já era. Pena que alguns tricolores – tal qual os daqui – não sabem o que signifique história.

A propósito
: Torci contra o Fluminense. Como torceria contra o Corinthians, o Flamengo, o Ipatinga, o São Bento de Sorocaba…

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4 Respostas to “Drops”

  1. Raphaello Says:

    Ah, é que estrando pelo “feed” teu blog tá dando problema: não aparece o texto, só o título “drops”. Fiquei sem conexão 24 horas tb – fui postar em uma Lan!Tb não entendi as serpentinas coloridas, em teoria não deveria ser o Fluminense a organizar essa festa, e sim a Conmebol.P.S.: Pára de torcer contra Deus e o mundo, Carca! Vai acabar virando o Trajano quando ficar velho! (hua hua hua)

  2. Ademir Castellari Says:

    Que o diabo não te ouça. Se eu ficar igual ao Trajano estarei torcendo para um time em extinção. Espero que isso nunca aconteça. E não acontecerá. Amém. ehehehehehe.

  3. diH! Says:

    Ah, sobre ‘globo ii’, o comentarista era o Wright, vamos tirar os c´reditos da pessoa certa…(:

  4. Ademir Castellari Says:

    A César o que é de César. Verdade, o comentarista da Globo era o Wright, o que não muda em nada a mediocridade e o oportunismo de botar um ‘especialista’ para comentar sobre imagens. São tão iguais, na ruindade, que não consigo diferenciar as figuras. Mas, valeu pelo toque.

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