Palmeiras x Bambis

SEM TEMPO

Tanta coisa para falar, tanta escassez de tempo para fazê-lo, mas não posso deixar – logo no dia seguinte a uma batalha épica – passar batido. Então, vamos lá, na forma de DROPS:

SEM COLHÕES

Eu imagino o que diria a imprensinha se nós, vencendo o jogo como estava o time Leonor, na casa do adversário, deixássemos ELAS empatarem. Seria o total escárnio. Mas, não! Hoje, por toda a imprensa, se destaca o melhor homem em campo, o goleiro da sub-raça; eleito, cantado em verso e prosa, reeleito e a-do-ra-do como o melhor homem em campo. Só isso, nada mais, nada da garra verde, nada da partida de HOMEM feita pelo time e principalmente pelo Kléber (como joga, como se doa, como não desiste nunca). Eu prefiro destacar a falta de coragem do time Leonor, que mesmo com o time do Palmeiras totalmente aberto, partindo – até desordenadamente – ao ataque não teve COLHÕES nem para segurar um resultado que lhes era favorável. O time da imprensa se porta como time pequeno, que aliás o é.

CRUZ DE SAVÓIA: São Paulo: o sr. é casado? Tem filhos?
OBSERVATÓRIO VERDE: Uma semana para esquecer (que a próxima seja inesquecível).

LUXEMBURGO

Qualquer outro técnico teria continuado com o esquema de três zagueiros e veria no que ia dar. Não Luxemburgo. Ele saca um zagueiro, coloca um meia, se arrisca a tomar uma goleada; reforça o meio com um volante de ofício sacando um volante que joga mais avançado; saca um outro volante e bota um ‘ponta’. Resultado: consegue empate e mostra o porque é o maior técnico brasileiro. O outro, prefere ironizar, com o azedume que lhe é de costume, mas que é tratado pela imprensa como ‘autêntico’.

PARMERISTA: Palmeiras 2 x 2 São Paulo.

DENILSON

Toda vez que ele entrar eu direi que ele não decide jogo algum. Queimei a língua mais uma vez. O drible que ele dá no Alex no primeiro gol do Palmeiras, para depois dar passe para o Kléber, deixando o beque Bambi caído no chão, é coisa do velho futebol, jogada de ponta, daqueles que o Telê (Deus Bambi) enterrou – para a desgraça do futebol.

ROQUE JUNIOR

Não pode, de forma alguma, jogar com o esquema de quatro zagueiros (dois laterais e dois zagueiros). Apesar da categoria, de saber sair jogando, não tem – talvez ainda – o preparo físico para sair caçando atacante. Foi por uma jogada dessas que levou o segundo amarelo e foi expulso. Aliás, o cartão vermelho só veio porque havia tomado um cartão amarelo por ter ‘encarado’ um jogador Bambi que lhe atingiu por trás. O juizão (esse será um capítulo a parte) preferiu punir o agredido.

KLÉBER – O gladiador

Apanha o jogo todo, mas não afina. Encara os beques como há muito não se via no futebol brasileiro. Depois de apanhar o jogo todo, sofrer – novamente – o maior número de faltas em um jogo, recebeu mais um cartão amarelo, talvez porque o juiz não gostou de vê-lo apanhar, só pode ser isso. Ainda deixou o dele ontem. Guerreiro, encarna aquele espírito de homens como Edmundo, César, Galeano, Vavá… É a raça e a alma o time em campo. Fosse eu diretor do Palmeiras não vacilaria e comprava logo o passe do cara.

FORZA PALESTRA: Kléber, o Gladiador.

SÁLVIO SPÍNOLA

Como disse o Luxemburgo é um despreparado. Não agüentou a pressão e se deixou levar pela campanha feita durante a semana pelos diretores Bambis e por sua imprensa vendida. Deixou de marcar falta na entrada da área Bambi e na seqüência saiu o contra-ataque que resultou no pênalti que deu o primeiro gol aos Leonores. Expulsou o Diego Souza porque esse queria reiniciar o jogo rapidamente. Deu cartão amarelo o Roque Júnior porque esse ‘encarou’ um jogador Bambi que lhe dera uma entrada violenta por trás. Deixou o time Leonor fazer cera o quanto quis. Enfim, fraco, sem preparo. Esse é um dos candidatos a ser árbitro brasileiro na copa do mundo.

3VV: PÓS JOGO PALMEIRAS 2×2 SÃOvio Spínola FC: ESTAMOS VIVOS.


CAMPEONATO

Está aberto, pois o Celso Roth continua colaborando (o Grêmio perdeu da Lusa ontem). Caímos uma posição na tabela, mas ‘caímos para cima’, pois se a diferença para o líder, antes do início da rodada, era de dois pontos, agora é de apenas um. O problema é que o Cruzeiro nos ultrapassou e contra eles não temos confronto direto. Mas, não acredito no time mineiro. Sigo com a convicção de que precisamos roubar pontos dos concorrentes diretos (Grêmio e Flamengo) para chegarmos ao título. Na próxima rodada um jogo de risco no Rio, pois o Fluminense – novamente – vacilou. Não podemos perder pontos nesse jogo.

ARQUIBANCADA

Estive lá, novamente, para torcer e empurrar o time. Estava acompanhado da família Falavigna (Maurício, André e Raphael). Foi só o pé frio do Raphael sair, no intervalo, para o time empatar. Ele continua invicto contra os Bambis, nunca vence uma quando está presente. Da minha parte foi a última tentativa. Contra as meninas ele está proibido de freqüentar a arquibancada.

FORZA PALESTRA!

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Uma resposta to “Palmeiras x Bambis”

  1. Raphael Says:

    Eu acho engraçado: se vc for no Izidoro, ele vai dizer que sou pé quente! Porque, depois que cheuei, o Palestra meteu 2 gols. A ponto do Rogério, que tava servindo as brejas, derrubá-las no chão e vir me dar um abraço!Cavalo paraguaio do car…..!

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