32a rodada – Drops

Futebol verbal

Durante a semana a imprensa, mais uma vez, inventou uma crise no Palmeiras. O Santo disse que houve uma falha no primeiro gol do Fluminense, apontou nome; disse ainda que os reservas – os substitutos, os regras três, os barrancos – não vêem cumprindo com a função, ou seja, não estão dando conta do recado.

Ouvimos de alguns ‘companheiros’ de equipe que ele ‘faltou com a ética’, que deveria falar isso com o grupo etc. etc. etc.

Alguns amigos, vários blogueiros – que eu respeito muito, por sinal – entraram na pilha. Marcão fala demais, Marcão deveria se conter, Marcão…

Eu, por meu turno, esperei o momento certo – apesar de ter me expressado em alguns espaços – e defendi o Santo.

Ele pode. Ele comparece. Ele cumpre! Quando precisamos dele lá está ele. Ao contrário, alguns que se melindram não comparecem, vestiram a carapuça, por isso se melindraram.

Aliás, o que ele falou demais? Que o Jeci, que o Gladstone, que o Capixaba, que o Diego Souza (não é reserva, mas o elevaram a substituto do Valdívia, talvez por isso – e por não estar o sendo o substituto à altura) não estão à altura dos titulares – com direi, e como Marcão disse – não estão ‘desempenhando’, é mais que óbvio. Então, calem a boca, ouçam o santo, dividam o bicho com ele e façam aquilo pelo qual são pagos: joguem bola!

Melindre e viadagem é coisa de bambi, é coisa de outro time.

No jogo de hoje o Marcão (e os outros) mostrou porque pode falar aquilo que lhe dê na veneta. Quando exigido o Santo lá estava, duas defesas monumentais; garantiu de resultado. Um dos melindrados, Diego Souza – aquele que sempre é uma promessa, aquele que sempre vai estourar, aquele que ‘hoje vai’ – mais uma vez não foi. Aliás, foi. Foi substituído, foi vaiado, foi mais uma vez uma promessa.

Por essas e por outras é que o Marcão pode falar o que quiser. Quando, onde, e o que quiser. Os outros são os outros….

Seguimos com chances

Estamos na briga. Em um campeonato onde cinco equipes brigam palmo-a-palmo pelo título, onde a diferença do quinto para o primeiro colocado é de apenas cinco pontos, a definição será – queiram ou não – apenas na última rodada.

Se eu disser que uma vitória sobre o Santos, no próximo domingo – na casa do adversário, é de suma importância, estarei dizendo apenas o óbvio, mas se eu disser que vencer ou ganhar nem que seja apenas um ponto, em jogo fora de casa como o jogo de domingo, e imprescindível, acho que me faço claro. Domingo é jogo chave!

Sérgio da Silva Carvalho (DF)

Vocês sabem que é o cidadão que tem em seu registro de nascimento o nome grafado acima? Não. Pois bem, eis quem é a fera.

Domingo, Palmeiras contra Fluminense. Jogo empatado, zero a zero. Bola cruzada na área do Palmeiras, o centroavante do Fluminense, Washington, ao ver que não alcançaria a bola estica a mão de maneira voluntária e a recolhe; a ato faz com que haja confusão na área do Palmeiras, o goleiro enganado que é pelo referido ato imagina uma trajetória fictícia da bola e é enganado. Gol do Fluminense. 1 x 0. Há reclamação. O árbitro da partida não a ouve. Valida o gol.

Quarta-feira, Botafogo contra São Paulo. Jogo com vitória parcial do time da capital paulista. Chute da entrada da área, a bola desvia em um zagueiro do time tricolor. Há um atleta do Botafogo em posição de impedimento, mas esse – para não interferir e nem ser atingido pela bola – levanta a perna. Gol do Botafogo. O bandeira e o juiz anulam o gol. O jogador desviou a atenção do goleiro do São Paulo.

Resultado: o Palmeiras perdeu três pontos, pois a partir desse gol se desestabilizou e perdeu um jogo que estava equilibrado. O São Paulo ganhou três pontos, pois manteve a vitória. Seis pontos par o time do Morumbi.

Infeliz coincidência: o sr. Sérgio da Silva Carvalho (DF) era o árbitro das duas partidas.

Depois não querem que enxerguemos conspirações. O apito rosa volta a funcionar.

Seguimos com chances

Se nossa diretoria começar a agir. Se ela passar de reativa a ativa. Não queremos – esse Blog não quer – ganhar nada no apito. Apenas queremos um campeonato com eqüidade de condições. Chega de ‘erros’ – aqueles que a imprensa convencionou a chamar de normais – apenas para um lado.

Fabinho Capixaba

Hoje foi bem. Em 90 minutos desarmou uma bola e conseguiu acertar um cruzamento. O que não entendo é onde o Wendell é pior que ele.

Pierre

Onde o Léo Lima – como volante – joga mais que ele? O francês não perder um lance sequer.

Kléber

Para não repetir os adjetivos que já usei para ele vou apenas dizer: compra… compra… compra… Ergue uma estátua, imortaliza a camisa, e manda os melindrados se espelharem nele e no Marcos.

1h30 da manhã. Sono, cansaço. Não vou revisar. Me desculpem…

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Uma resposta to “32a rodada – Drops”

  1. Raphael Says:

    OLha, meu amigo… Depois do que vi ontem, acho que a fatura está liquidada: ninguém mais tira o título dos bambis. É duro, mas é a verdade. Eles vão mandar no apito daqui até o final…

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