Por falta do que postar I…

Ano da graça de 2009:

NOTA S.E.Palmeiras 2

Resposta ao jornalista Vanderlei Nogueira

Vanderlei Nogueira, jornalista da rádio Jovem Pan, leu e não entendeu o que leu (confira aqui nota oficial do Palmeiras sobre o factóide da emissora). Seu argumento é que o repórter Fred Jr. ouviu quatro fontes (não há como saber) antes de colocar a notícia no ar.

Ora, ou o jornalista é ingênuo ou age de má-fé. O que ficou bem claro na nota é que A JOVEM PAN NÃO OUVIU O PRESIDENTE LUIZ GONZAGA BELLUZZO antes de publicar o factóide sobre a contratação de Paulo Serdan, presidente de honra da Mancha Alviverde, para as categorias de base do clube. Se tivesse feito teria, além de obedecer as boas normas do jornalismo, evitado um novo atrito com a Sociedade Esportiva Palmeiras. Ou será que é isso mesmo que os profissionais da Jovem Pan querem, insistentemente? Para piorar, tenta passar ao ouvinte que o presidente Belluzzo pode ter voltado atrás na nomeação após o fato ter sido divulgado na rádio. Quer dizer, ele insiste no factóide.

A Jovem Pan pode consultar 500 fontes. Se não ouvir aquele ou aquela que nomeiam na matéria, de nada adianta ouvir os tais personagens. Entre essas fontes estariam, segundo o jornalista informou no jornal de Esportes da emissora, na tarde desta quinta-feira (12), dois diretores da atual gestão (citando diretores da atual gestão, o jornalista tenta jogar o presidente contra todos de sua diretoria… É de uma ingenuidade ímpar. Evidente que desconfiamos da informação, até por que sabemos bem -todos no clube sabem- quais são as fontes da rádio Jovem Pan, e nenhum diretor da atual gestão faz parte delas).

O jornalista ainda recorda o tal contrato da Fiat, quando a emissora divulgou em primeira mão números diferentes daqueles que saíram na mídia (e o fato é citado como exemplo de bom jornalismo…).

Cabe esclarecer ao leitor palmeirense — já que a rádio Jovem Pan só deu a notícia pela metade — que o contrato era modular. Isso quer dizer o seguinte: se todas as ações previstas fossem cumpridas, o valor passaria do dobro. Todo contrato prevê prêmios por conquistas, e o da Fiat não fugia à regra, além de outras parcerias que poderiam ser fechadas com o clube.

Mas o que causa estranheza é o fato de o jornalista lembrar com pompa do contrato da Fiat, mas ter “esquecido” de citar os dois editoriais feitos em fevereiro de 2008, quando a rádio Jovem Pan acusou o então diretor de planejamento do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, de escrever em um blog que queria a emissora fora do clube. Na verdade, o post, em um blog de torcida, foi colocado por um leitor que tem o mesmo nome do presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga. Ou seja, ocorreu um dos maiores exemplos de “barriga” do jornalismo brasileiro em todos os tempos, fato este que, vergonhosamente, a rádio teima em não corrigir.

Ansiosa por dar notícias ruins do Palmeiras, imediatamente colocou os editoriais no ar. E claro, não checou de novo o que leu. Acreditou no que seu repórter informou à redação da rádio. Tivesse feito o básico do bom manual de jornalismo, CHECAR SEMPRE ANTES DE DIVULGAR UM FATO, não teria passado por mais essa vergonha.

O ouvinte já sabe que o Palmeiras é o clube eleito pela emissora para fazer fofocas e intrigas. Nenhum outro clube (enfatizamos: nenhum) tem tantas notícias negativas e maldosas publicadas com tamanha frequência. O ouvinte palmeirense também já se deu conta que o noticiário de outros clubes tem uma cobertura bem diferenciada. Isso é fato (como repete o bordão da emissora), não factóide.

Sociedade Esportiva Palmeiras

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