Aos inimigos a lei

Juquita ataca novamente. Dessa vez publica uma carta do escritor Eduardo Bueno, o Penhinha, autor do livro “Grêmio: Nada pode ser maior”.

A carta de Peninha foi escrita para escarnear o árbitro Carlos Eugenio Simom, que o processou, pois o autor diz no livro que o ‘apitador’ também “fazia parte da “infame estirpe dos juízes que surrupiaram o Grêmio”. Até aqui tudo bem, pois Juquita está a defender o direito sagrado de se expressar, a tal da liberdade de expressão.

Mas, ontem, em outro post Juca – o rei da moral – não defendeu o direito de Cristian e Marcos se expressarem. Pelo contrário, os condenou. Por um simples gesto, de um em um momento de extravasar sua tensão, ou outro pelo mesmo gesto, mas em situação diferente, a liberdade de expressão foi catapultada do dicionário do Kfuro.

Além disso, o mau-caráter ‘number one’ do jornalism esportivo brasileiro, já na introdução ao texto do Peninha mostra como sua moral é dubia. Lá, além de escrever o que o autor diz sobre Simom, diz que já na introdução – em tom jocoso – Peninha afirma o seguinte sobre o futebol: “Futebol-arte, todo mundo sabe, é coisa de veado“.[grifo meu]

Pois é, imaginem a frase sendo dita, por exemplo, por Cristian – ao final do jogo – para extravasar, ou por Marcos no encontro com a Mancha Verde – do qual resultou a foto que ilustrou o post de ontem de Kfuro. Seriam tratados como preconceituosos, homofóbicos, e outras coisas mais.

Mas não, Peninha é amigo do Juca, frequenta seu programa traço, então não será criticado. Não! Será – em breve – elogiado por tudo; pelo livro, pela erudição, por ser – digamos – um cara bacana, no meio de gente, vejam, que não é tão bacana. O julgamento moral que Juca busca em frases e até gestos para atacar os inimigos, neste caso, foi completamente esquecido. É ou não uma dupla moral?

É a velha máxima: aos amigos tudo, aos inimigos a lei.

Juca, faça como o RC, invente uma contusão é vá pra casa brincar com os netinhos, vai!

Em tempo: Da mesma forma que acho uma tremenda besteira ficar repercutindo o gesto do Cristian, pois para mim deve-se dar ao fato a importância que ele tem: nenhuma; também acho que a frase do Peninha nada tem de belicosa, preconceituosa, homofóbica, muito pelo contrário, conheço o trabalho dele e sempre é feito com muito bom humor. O problema aqui está na dubiedade do sr. Kfuro.

___________
Sem revisão

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