Em um domingo qualquer – adaptado e republicado

Adaptei o texto para esse contexto, amanhã tem guerra; e apesar de uma diretoria que nos trai dia após dia, amanhã lá estarei eu – novamente – apoiando o MEU Palmeiras, pois…

…EM UM DOMINGO QUALQUER…

São 95 anos de história, mais de 15 milhões de torcedores espalhados pelos quatro cantos do planeta… Somos considerados – e somos mesmo – o campeão do século XX. Temos títulos estaduais, nacionais e mundiais – sim, a Copa Rio de 51 é um título muito importante e de caráter mundial -, torneios importantes no continente europeu, quando ninguém sabia o que era Libertadores da América ou Europa foram vencidos pelas Academias Verdes. Inauguramos o estádio do Mineirão trajando o manto canarinho do Selecionado Brasileiro.

Somos um time que nasceu de um sonho de uma colônia e se transformou em um time de uma nação. Somos um povo e uma time que enfrentou batalhas, inimigos e adversários. Inimigos que nos fizeram morrer líder e nascer campeões. Inimigos que tentaram jogar um país contra uma colônia, mas que só fizeram crescer o amor e a obstinação de um ‘bando de carcamanos’ que passaram por todos os tipos de provações, mas que nunca desistiram de seus ideais.

Os adversários nos respeitam por nossas conquistas e por nossa grandeza; os adversários nos temem, pois sabem que aqui é o Palmeiras, pois aqui são os bisnetos, os netos e os filhos daqueles que um dia sonharam e criaram a grande Societá Palestra Itália.

Batalhas enfrentamos inúmeras. O vídeo motivacional, que circula na internet, mostra apenas uma delas; aquela contra o Flamengo, onde guerreiros entenderam o que é envergar esse verdadeiro ‘manto sagrado’ e, mesmo com todas as adversidades, viraram um jogo que parecia perdido em uma verdadeira batalha épica. Também por isso somos conhecidos como o time da virada.

Só não nos reconhecem como grandes aqueles que por sua miopia, empáfia ou pequenez, ainda não atingiram o momento de serem – eles próprios – reconhecidos como grandes. Esses, por todos os defeitos apontados, continuarão a nos vencer esporadicamente, mas nunca atingirão a grandeza que construímos e nos é por méritos atribuída, e continuarão – mesmo nos momentos efêmeros de uma única vitória – relegados ao seu papel de coadjuvantes, pois ainda não aprenderam e não merecem ser grandes.

(…)

Amanhã (domingo), mais um capítulo se escreverá na história da Societá Palestra Itália, da Sociedade Esportiva Palmeiras… do time de colônia que se tornou uma nação.

Não sei qual vai ser o resultado, afinal em um jogo de futebol existem três resultados possíveis, mas o importante é que os 25 guerreiros, mais a comissão técnica, os dirigentes e, principalmente, os heróis torcedores que lá estarão representem esses 95 anos de história e de glórias, e representem os 15 milhões de torcedores; com suor, determinação, confiança e amor, pois por aqui temos história e ela segue.

O resultado é consequencia disso tudo, pois em um domingo qualquer...


FORZA PALESTRA!

___________________

Então, até a vitória! E que os Deuses do Olimpo do futebol nos reservem apenas alegrias no pós-jogo.

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Uma resposta to “Em um domingo qualquer – adaptado e republicado”

  1. Jamm Verde Says:

    coloca o link desse vídeo motivacional, valeu

    Caríssimo, esse vídeo é antigo, mas assim que eu encontrálo publico sim. Abraço

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