Da política e de cargos políticos

18/02/2013

Há algum tempo venho querendo retomar, com maior frequência, as atividades desse blogue. Acho que chegou o momento, porque vivemos época de efervescência política no Palmeiras – como se isso tivesse época! – e creio que devo, a bem de minha sanidade, também participar do debate.

Algumas coisas precisam ser ditas de antemão para que não pareça que estou aqui fazendo crítica pela crítica. A primeira é que esse é um espaço meu, onde coloco minhas opiniões (as assino). O intuito disso é sempre tentar ajudar, pelo debate, pelas ideias e pela crítica, o fortalecimento do Palmeiras. Quem não concordar com as opiniões tem duas saídas: 1) não ler mais; 2) criticar nos comentários (aqueles que forem feitas dentro de um limite de civilidade serão publicados). As críticas que aqui forem feitas nunca terão o objetivo de atacar ou criticar pessoas, muito menos o intuito de atrapalhar o Palmeiras.

Por fim, antes de falar a que vim, quero dizer mais duas coisas: 1) não faço parte de NENHUM GRUPO POLÍTICO no Palmeiras; 2) acertou será elogiado errou será criticado (no caso falo da direção do Palmeiras).

A primeira coisa que quero comentar aqui é que andei lendo que vários membros de um grupo político assumiram – ou assumirão – cargos na atual gestão. Sobre isso quero dizer que acho legítimo.

Um professor de sociologia me disse certa vez que governar se faz com os “amigos” (as aspas significam que amigos é no sentido figurado; os amigos aqui tem sentido de aliados). É dessa forma que enxergo a participação desses conselheiros no ‘governo’ do Paulo Nobre.

Além de serem aliados é de bom tom que quem assuma – ou assumiu -responsabilidades no mandato de PN tenha capacidade para exercer os cargos a que foram indicados. Nisso posso opinar somente sobre alguns, pois não conheço todos. Porém, os que conheço tem o que para mim são características que os avalizam para o cargo: são Palmeirenses (sim para mim isso é essencial, e sobre isso escreverei um próximo texto e será para criticar uma nomeação da atual diretoria) e são ‘do ramo’ (isso quer dizer que conhecem a área onde irão atuar). Não citarei nomes, porque não vem ao caso, o que é importante é que são pessoas dispostas a defender as cores do Palmeiras atuando junto à direção.

Por fim, como não poderia deixar de ser, tudo tem o seu porém. O porém, nesse caso, é que durante a campanha eleitoral muito se falou que Paulo Nobre era diferente, não se deixa levar pelo lado político, de barganhas, de cargos etc. A prática mostrou que não é bem assim, pois nomeou gente do grupo que o apoiou. A política é assim. Volto a dizer que as nomeações e as escolhas de Paulo Nobre são LEGÍTIMAS, o que não pode é demonizar a política – isso mesmo, demonizar a política – pois, composições, apoios, cargos, escambos etc. fazem parte da política, achando que todos são ingênuos ao ponto de acreditar que isso não ocorreria e depois fazê-lo. Isso não faz mal somente ao processo, pois cria uma falsa percepção no eleitorado que, num futuro dirá: todos são iguais mesmo; faz mal também ao ambiente político em si, pois abre a possibilidade do contra ataque político, já que se criticava isso no adversário.

No mais, quero desejar boa sorte aos amigos, alguns são amigos de bom tempo, que assumirão – ou já assumiram, os cargos. Do bom trabalho de vocês depende o futuro do Palmeiras.

Saibam que aqui serão criticados quando errarem e elogiados quando acertarem, além disso, esse é um espaço onde podem – se quiserem – também expressar a opinião de vocês.

Forza Palestra!

Por um Palmeiras forte!

30/01/2013

Como faço a cada dois anos indico alguns Palmeirenses que merecem minha confiança para a eleição de conselheiro.

Eu, como todos os outros, tenho apenas um voto, mas isso não significa que eu não possa torcer e ajudar para que tenhamos um conselho composto de gente que trabalhe pelo Palmeiras e por seu torcedor, que tenha como lema “AO Palmeiras tudo, DO Palmeiras nada”.

Nesse sábado (02/02) espero que o Palmeiras saia mais fortalecido das urnas, com um conjunto de conselheiros eleitos que seja comprometido com a grandeza de nossa coletividade. Por isso, indico Higor Bellini aos amigos. Ambos são daqueles Palmeirenses que me fazem ter orgulho de pertencer a essa coletividade, é gente que divide a arquibancada e a ideologia Palestrina com a gente.

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HIGOR BELLINI – 260

higor

Sócio do Palmeiras há quase 30 anos, freqüentador das atividades cultuais e esportivas desenvolvidas pelo clube, ou seja, conhece também o clube e não apenas o time de futebol. Como esportista, quando jovem, jogou basquete na Sociedade Esportiva Palmeiras, como atleta federado. Atualmente joga na CATEGORIA DOS Pré-VETERANOS defendendo as cores da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Como profissional é advogado.

Como torcedor, presente nos estádios, na grande maioria dos jogos, sempre apoiando e incentivando o time.

Tem como objetivo após ser eleito, buscar auxiliar o Palmeiras na reestruturação de sua organização, sem esquecer, que os sócios devem ser ouvidos e respeitados nas ações que venham a modificar e afetar a vida deles como associados do clube, razão pela qual, defende uma melhora na estrutura, atualmente oferecida, para o uso dos sócios no restaurante, piscina e prédios de quadras.

Vote por um Palmeiras dos Palmeirenses!

29/01/2013

Como faço a cada dois anos indico alguns Palmeirenses que merecem minha confiança para a eleição de conselheiro.

Eu, como todos os outros, tenho apenas um voto, mas isso não significa que eu não possa torcer e ajudar para que tenhamos um conselho composto de gente que trabalhe pelo Palmeiras e por seu torcedor, que tenha como lema “AO Palmeiras tudo, DO Palmeiras nada”.

Nesse sábado (02/02) espero que o Palmeiras saia mais fortalecido das urnas, com um conjunto de conselheiros eleitos que seja comprometido com a grandeza de nossa coletividade. Por isso, indico Diego Zupo e Sylvio Mukai aos amigos. Ambos são daqueles Palmeirenses que me fazem ter orgulho de pertencer a essa coletividade, é gente que divide a arquibancada e a ideologia Palestrina com a gente.

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DIEGO ZUPO – 575

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Mudar e melhorar o Palmeiras não é tarefa das mais fáceis. Porém, tampouco, impossível.

Um novo presidente e uma nova diretoria trará alento ao glorioso Palestra, que teve sua marca judiada nos últimos tempos. Mas isso não é tudo. Precisamos oxigenar outros setores vitais para o profissionalismo de nossa entidade; precisamos ter pessoas no Conselho Deliberativo verdadeiramente comprometidas com o Palmeiras, e só com o Palmeiras.

É inadmissível Grupos Conselheiros que colocam suas rusgas, convicções e ambições pessoais acima daquilo que o Palmeiras precisa e merece para ser ainda maior. Não se trata de críticas a nomes específicos da ala A ou B, mas daquilo que deixam de fazer para pavimentar o caminho da Sociedade Esportiva Palmeiras rumo às glórias presentes e futuras.

O Palmeiras, dentro de um cálculo minucioso, tem todas as possibilidades de se tornar o clube mais rico do Brasil até 2014 (ano do nosso glorioso Centenário). Isso só depende de uma gestão voltada para o Marketing; uma gestão que não se limite pela falta de criatividade financeira daqueles que pensam estar administrando uma mercearia e não o clube mais glorioso do país.

Foi para mudar essa forma de pensar que decidi me candidatar a vaga de Conselheiro da Sociedade Esportiva Palmeiras. Não quero ser mais um. Quero ser um que faça mais. E fazer mais significa trazer à luz dos holofotes temas e propostas que possam desobstruir os caminhos de vitórias e conquistas do Palmeiras. Que ajude um presidente de boas intenções e boas ideias a colocar em prática os planos que traçar, mas que também cobre se boas intenções e boas práticas lhe faltar.

Um clube vive de títulos, conquistas e glórias. É isso que gera novos patrocinadores, atenção da mídia, novos produtos, investimentos, novos torcedores, renda, venda de camisas e outras centenas de produtos licenciados, exposição nacional e internacional, e acima de tudo: a felicidade, orgulho e satisfação de nossa torcida. É exclusivamente por isso que desejo seu voto para ser Conselheiro.

Dia 2 de fevereiro será o dia da votação para o Conselho, você tem um compromisso comigo, eu tenho um compromisso com o Palmeiras: ostentar a nossa fibra!

Conto com você!

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SYLVIO MUKAI – 265

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É sempre difícil falar de si mesmo sem parecer arrogante ou autoindulgente, mas vou tentar. Meu nome é Sylvio Mukai, tenho 42 anos, sou advogado, formado na Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, com mestrado em Direito do Estado pela PUC de São Paulo, sou candidato ao Conselho Deliberativo da Sociedade Esportiva Palmeiras pela Chapa Palestra, tendo o número 265. Pretendo ser conselheiro do Palmeiras por entender que tal função permite que eu seja o canal, para que várias pessoas que querem ajudar o Palmeiras possam fazê-lo.

Não acho que ser conselheiro do Palmeiras por si só seja algo especial, o que é realmente especial é poder ajudar o time que amo, trabalhando para elaboração de políticas tão necessárias para a concretização do tão propalado profissionalismo e da modernidade do clube, que sem tais políticas são apenas palavras jogadas no vazio.

Lembrando que tais conceitos só podem ser aplicados se traduzirem as aspirações da maioria dos palmeirenses, o que implica na necessidade de lutar pela ampliação do espaço democrático dentro do clube.

E é esse o meu compromisso, lutar por um Palmeiras mais democrático, com políticas claras, pois só assim ele será realmente melhor!

Amigos, no sábado vote por um Palmeiras dos Palmeirenses!

Amanhã mais dois indicados pelo blogue.

Pelo filtro Zero!

16/01/2013

Palestrinos, não nos contentemos com o possível, vamos buscar sempre o ideial.

Venham votar conosco pela democracia sem tutela, pelo filtro zero.

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Até o fim

20/11/2012

Coluna do amigo Palestrino (ou seria Palestrino amigo?) Adriano PESSINI no Jornal Agora de hoje (20/11/2012)…

Até o fim

Sei que não tenho a sabedoria, a experiência e a importância de muitos jornalistas, alguns os quais admiro, mas tenho liberdade para discordar de vossas opiniões.

Para mim, a primeira paixão de um garoto (e de muitas garotas), se não for a única, a verdadeira, pelo resto de toda a sua vida, é o seu time de futebol. É incondicional, é inexplicável, é imutável.

E, como em todo o tipo de relacionamento, há altos e baixos. Há épocas em que essa cumplicidade é a coisa mais linda do mundo e você não a trocaria por nada.

Em outras ocasiões, nada dá certo, você fica com raiva, briga, xinga, até dá uma olhadela na outra que passa ao lado, que pode ser mais bonita, com quem você se orgulharia de passear de braços dados no shopping , mas não é a sua paixão.

A sua paixão está lá todos os dias, por mais que você não queira, por mais que te faça sofrer, por mais que te faça sorrir, por mais que te apresente amigos eternos, por mais que te se separe de pessoas que um dia quiseram influir neste sentimento.

Como tudo na vida, essa paixão pode envelhecer, perder a ingenuidade juvenil de outros tempos, exigir uma maior tolerância de ambas as partes, mas ainda será paixão.

Ela pode ser de quinta categoria ou estar na segunda divisão, mas será sua paixão. Porque paixão não tem divisão. Porque quem torce é um eterno apaixonado. E isso não se escolhe: ou se é um torcedor ou não. Até o fim.

***

Seguindo a dica do parceiro Luiz Romani, segue um trecho do filme “O Segredo dos teus Olhos”.

“Não percebe, Benjamín? Uma pessoa pode mudar tudo: de rosto, de casa, de família, de namorada, de religião, de Deus… Mais há uma coisa que não se pode mudar, Benjamín… Não se pode mudar… De paixão.”

Republicando: Não vivo de vitórias, vivo o Palmeiras

19/11/2012

Um dia publiquei isso. Resume bem o que penso sobre ser Palmeirense para mim…

Me perguntaram porque irei ao jogo hoje. Acho que isso responde a pergunta…

Me reconheço como Palmeirense desde sempre, mas foi com aproximadamente 10 anos de idade que comecei a viver a Palestrinidade em sua plenitude. Como tenho 45 anos, descontados os dez primeiros de minha vida, então, são 35 anos acompanhando diuturnamente o Palmeiras.

Considerando que nasci em 1966 tinha 10 anos exatamente no último título antes da fila: 1976. Depois disso, somente fui ver o Palmeiras ganhar algo em 1993, ou seja, dezesseis anos depois; tinha eu 27 anos de idade.

Arquibancada, apenas a partir dos 23 anos de idade, quando vim morar em São Paulo, antes uma ou duas vezes por ano, em Bauru, Araraquara ou Jaú. Depois dessa fase afortunadamente o Palmeiras passa por um ciclo virtuoso: 94 (28 anos), 96 (30 anos), 98 (32 anos), 2000 (34 anos).

Em 2002 o desastre e a volta em 2003, em 2008 o último título importante.

Como percebem, em quarenta e cinco anos de vida, somente vi uma fase de glórias do Palmeiras, a da década de 90, entre os meus 25 a 35 anos, digamos. São apenas 10 anos de vitórias tendo muito boa vontade.

O que quero dizer é que não vivo de vitórias, vivo o Palmeiras. Claro que gosto de ser campeão; afinal, esse é o objetivo do jogo.

Aos que me perguntam por que estarei no estádio hoje, aí está a resposta…

Torço para um time, uma camisa, não apenas por vitórias, por times vitoriosos.

Força Palestra!!!

Por que tanta certeza em relação à honestidade da arbitragem nacional?

17/10/2012

Não costumo dar voz nesse espaço a nenhum representante da mídia tradicional, mas dessa vez – por conta de que estamos falando sobre isso há anos – sou obrigado a reproduzir um artigo do Gian Oddi, escrito no ESPN.COM.BR.

Fiquem com ele..

“Não houve má intenção. A arbitragem brasileira é só incompetente”.

A frase virou praticamente um mantra em programas esportivos, e eu mesmo provavelmente já repeti a expressão algumas vezes.

Mas, parando para pensar, o que nos garante? O que nos permite repetir, com tanta convicção, que os inúmeros erros cometidos pelos árbitros no Brasileirão não são, em parte, premeditados?

A lisura da CBF? A seriedade com que o futebol brasileiro é tratado pelos órgãos por ele responsáveis? O incontestável sistema de seleção de árbitros?

Não há motivos para confiar tão cegamente na honestidade da arbitragem nacional. 

Ok, sua incompetência é incontestável. Mas isso não nos permite afirmar, com a convicção que se tem afirmado, ser absurdo pensar em premeditação.

Em 2005, quando os erros de arbitragem já ocorriam em abundância, o discurso não era diferente do atualíssimo “é só incompetência”.

Pois bem: o Campeonato Brasileiro daquele ano teve 11 partidas anuladas porque ficou comprovada a desonestidade, a premeditação e a má intenção de um dos árbitros do torneio, Edilson Pereira de Carvalho.

Não parece que, de lá pra cá, as coisas tenham mudado tanto no futebol brasileiro.

Sem provas, é absolutamente leviano e irresponsável fazer qualquer insinuação em relação aos erros de fulano ou ciclano. Até por isso não escrevo esse texto logo após uma rodada ou um específico jogo polêmico. 

Mas, diante de tantos e repetidos erros, é preciso desconfiar. E investigar. 

Antes disso, veredictos de absolvição sobre premeditação são tão infundados quanto veredictos de culpa.

[off] Como uma fraude elitizou o futebol e demonizou os torcedores.

24/09/2012

Fraude no episódio que mudou a face do futebol mundial

Há 23 anos, tragédia em estádio inglês matou 96, demonizou torcedores e iniciou elitização do esporte. Foi manipulada, sabe-se agora

Por Irlan Simões, editor da coluna Futebol Além da Mercadoria

Em 12 de setembro último, o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, fez um pedido de desculpas histórico. Dirigindo-se às famílias das 96 pessoas massacradas no Estádio de Hillsborough, em abril de 1989, numa partida de futebol entre o Liverpool e o Nothingan Forest, reconheceu que os mortos haviam sido vítimas de “dupla injustiça”. Além de perderem a vida, foram acusados, por 23 anos, de pertencerem ao grupo de torcedores do Liverpool que causou a tragédia. Foi uma manipulação grosseira que durou mais de duas décadas, admitiu Cameron, em discurso ao Parlamento e apoiado no relatório final de um painel independente.

Leia mais…

Uma imagem vale mais que mil palavras…

17/09/2012

Porrada nessa canalha. Seja em jogador ou dirigente!

Eles não aprenderam nada

14/09/2012

Coluna do amigo e Palestrino (pode ser também Palestrino e amigo; ou Amigo Palestrino) Adriano Pessini no jornal Agora (14/09)

Eles não aprenderam nada

Há cerca de 70 anos, muitos sócios, torcedores e simpatizantes do Palestra Itália chegaram a fazer barricadas para que não perdessem seu clube para o próprio governo brasileiro ou para algum rival mais interesseiro, já que o Brasil estava em guerra com o Eixo _formado por Alemanha, Itália e Japão_ e qualquer coisa que lembrasse esses países inimigos era alvo de execração.

Esses bravos homens não defendiam apenas um terreno, eles lutavam para manter seu orgulho, sua dignidade e sua coletividade. E venceram!

É certo que tiveram de mudar o nome de Palestra Itália para Sociedade Esportiva Palmeiras, mas não abriram mão do que, para muitos, era seu ideal de vida. “O Palestra morre líder, e o Palmeiras nasce campeão”, foi dito à época, quando o clube recém-batizado conquistou o Paulista de 1942.

Setenta anos depois, o presidente é Arnaldo Tirone, eleito com o apoio do ex-presidente Mustafá Contursi, que ficou 12 anos no poder e derrubou o Palmeiras para a Série B, é contestado por tudo e por todos, ficou conhecido dentro do clube pela alcunha de “Banana”, devido à sua inoperância, e não sabe o que fazer para tirar o clube do limbo da degola. Demitiu Felipão e usou pela última vez seu melhor escudo.

Ao seu lado, o diretor de futebol, Roberto Frizzo, faz piadas infames, como “o Palmeiras não é a Marinha para ter Barcos”, e o diretor do jurídico, Piraci Oliveira, acredita que seja melhor “virar a página” e que o clube tenha um elenco de primeira.

Não aprenderam com o rebaixamento de 2002, não aprenderam com aqueles que um dia defenderam o clube, até com a vida se preciso fosse, não se dão conta da grandeza do Palmeiras.

Que sobrevive, mas já espera o próximo golpe.