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Derby – Republicando…

30/11/2011

No filme “Boleiros, Era uma Vez o Futebol” (1998, direção de Ugo Giorgetti), o treinador do time do Palmeiras, interpretado por Lima Duarte, ao ver o craque do time, Fabinho Guerra (Paulo Coronato), ser insistentemente assediado em pleno hotel da concentração por uma “Maria Chuteira” (Marisa Orth), profere a seguinte frase: “… Ela não sabe o que é um Palmeiras x Corinthians…”.

Pois bem, neste final de semana teremos o Derby (como ficou conhecido o jogo). Impossível dizer o que é um Palmeiras x Corinthians. Impossível dizer o que significa esse jogo, entretanto não preciso nem dizer o que significa ganhar ou perder esse que é o maior clássico de São Paulo, quiçá o maior do Brasil e um dos maiores do mundo.

Um Derby é mais que um jogo. Um Derby é uma celebração. Um Derby é a afirmação do vencedor ou a derrocada do perdedor. Um título que você ganha sem ter vencido o rival estará maculado. De que adianta ganhar o título se no jogo mais importante do campeonato você fracassou? Um Derby é uma batalha.

Essa batalha é – para nós Palmeirenses – a mãe de todas as batalhas, o Clássico dos Clássicos (isso mesmo, com letra maiúscula), o jogo dos jogos, a derrota das derrotas, a vitória das vitórias…

Muitos ‘pernas-de-pau’ se consagraram no Derby (de ambos os lados). Muitos craques caíram em desgraça por fracassarem neste Clássico.

Apesar de não carregar em sua história traços e conflitos religiosos como Celtics x Rangers, de nacionalismo como Barcelona x Real Madrid, de afirmação de lideranças oligarcas como Milan x Juventus, o Derby trás em sua história – segundo o livro “Imigração e Futebol: O Caso Palestra Itália”, de José Renato de Campos Araújo – uma rivalidade que remonta à origem das duas equipes, e que tem como pano de fundo uma questão econômica e social. Quem quiser saber a história toda, baixe o livro clicando aqui.

[…]

Esse jogo é o mais importante para a torcida do Palmeiras pela tradição, por uma rivalidade histórica. Isso, marketing nenhum pode suplantar e nem inflar artificialmente. O Derby é o momento mais importante e o mais esperado por nossa torcida. Os outros jogos são apenas mais alguns jogos para cumprir tabela por algum campeonato qualquer.

Enfim, domingo é o dia. Domingo não é apenas um jogo, domingo é o dia de vencer (se possível humilhar e atropelar) nosso maior rival.

Por isso, FORZA-PALESTRA!

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Tá chegando a hora

21/11/2011

4/12/2011

Freguês não, cliente VIP!!!

29/08/2011

Mais tarde um post sobre a vitória de ontem…

Derby

07/02/2011

O que mais me irrita nos últimos tempos no Palmeiras não é a falta de títulos, pois nossa história está recheada deles, e como eu já disse por aqui a alegria por um título é efêmera, pois no domingo seguinte temos mais um jogo. O que me irrita profundamente é a capacidade que temos em ‘ressuscitar mortos’.

Ontem era dia de jogar a pá de cal. Era dia de tirarmos um rival direto na disputa pelo título Paulista, e jogarmos o maior rival em uma crise que demoraria uns seis meses para passar. Mas, o que fizeram nossos ‘bravos’ jogadores? Perderam gols e mais gols (o perdido pelo Maurício Ramos é imperdoável para um atleta dito profissional), consagraram o goleiro adversário e ainda por cima, deram a chance deles crescerem no jogo. E como aquilo que se disputou ontem foi futebol, e a ‘bola pune’, não teve erro, pois quem não faz toma, e o time que melhor atuou saiu de campo derrotado.

Dito isso, cabe ressaltar que minha impressão sobre o time não mudou em nada. Temos um elenco médio, somente inferior – quem sabe – ao de Internacional, Fluminense e Santos, e vamos sim brigar em todos os campeonatos que disputarmos. Se seremos campeões em algum é outra conversa.

Falta de vontade, como vimos ano passado, não existe mais, falta sim um centroavante, um nove-nove, pois o Kleber não é esse Homem. Ressalte-se que temos alguns bons jogadores em todas as posições, com exceção de Rivaldo que não pode, não deve e deve de alguma forma impedido até de passar defronte à academia de futebol.

No mais, nas derrotas se aplica a mesma lógica que nas vitórias e nos títulos: a de que no próximo final de semana tem jogo novamente, e lá estaremos nós fazendo aquilo que sabemos fazer, empurrar o time.

Então, é levantar, sacudir a poeira e pensar no próximo adversário.

Forza Palestra!

“Todo dia eu sou campeão…”.

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Em tempo: Os rivais se esqueceram ontem do tal corinthianismo, da tal fidelidade? Não me recordo de um Derby nos últimos tempos, e olha que já enfrentamos crises ‘monstro’, onde eles foram maioria esmagadora nas arquibancadas como fomos ontem. Cai mais uma lenda!

Raiva dessa porra de Corinthians!

04/02/2011

Bem, minhas férias acabaram. Então, voltamos com a programação normal do blogue.

Nada melhor que passar o início do ano, época de eleições, turbulências e especulações, com relação ao Palmeiras, afastado disso tudo. Melhor ainda é na volta me deparar com nosso time liderando o certame Paulista.

Não me iludo com isso, liderança e até títulos são efêmeros, o que importa para os verdadeiros torcedores, aqueles que como eu freqüentam as arquibancadas, são times que se entregam, são jogadores que entendam a grandeza de nosso time e de nossa torcida, são aqueles que entendem que o Palmeiras é história. Aparentemente esse elenco, mesmo com alguns remanescentes dos fiascos de 2009 (perda do brasileiro) e 2010 (eliminação da Sulamericana pelo ‘gigante’ Goiás), nesse início de ano entendeu isso e está correspondendo.

Esta semana foi especial. Na quarta-feira assumimos a liderança do Paulistão e vimos o maior rival fracassar, mais uma vez, e de forma vexatória, em mais uma tentativa de conquistar a América, coisa que com Felipão – no final da década de 90 – já conseguimos, inclusive, passando por cima deles, os tirando de nosso caminho.

Pois bem, como “não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe”, o destino nos colocará frente a frente com eles, no momento de mais uma de suas crises, no próximo domingo. Lá, no campo de jogo, no próprio da municipalidade, teremos a chance de completarmos o serviço e os empurrar mais ainda para o buraco e aprofundar essa crise.

Não é hora de gracinhas, a hora é de empurrar o Palmeiras para cima deles e arrancar os três pontos, nem que seja a fórceps, e deixá-los por um tempo tentando se levantar, buscando se reerguer. Empurrá-los ainda mais para o fundo do poço é nossa obrigação.

Para o domingo temos que seguir a orientação do amigo Pessini: “Sem festa nem algazarra, que apenas se cumpra a obrigação!”. Ou, relembrarmos a lição de Felipão: raiva dessa porra de Corinthians!

Então, no domingo, todos ao Pacaembu, e pra cima deles Palmeiras!

Impressões sobre o Derby

03/08/2010

Ontem, por conta de uma ‘baleiada’ de meu modem, fiquei o dia todo sem internet, o que somente foi resolvido durante a noite, por volta das 22h00. Por isso, não pude passar as minhas impressões, o que faço agora, sobre o Derby.

Derby é guerra

Só o fato de recebermos o maior clássico do planeta na capital, de onde nunca deveria ter saído, já seria motivo mais que suficiente para o Derby ter recebido um público maior do que recebeu. Porém como a ganância dos organizadores, dos ‘iluminados’ dirigentes e marqueteiros é gigantesca, resolveram cobrar R$ 40,00 por uma arquibancada em um final de mês (ok, início de mês), onde a maioria dos trabalhadores (sim, torcedor trabalha, tem família e vive de salário!) ainda não havia percebido seus míseros proventos, isso fez com que o público não tomasse todas as dependências do próprio da municipalidade. Mas, mesmo assim, 25.139 torcedores se fizeram presentes e viram um jogo que honrou as tradições de um Palmeiras X Corinthians.

Se o jogo não foi um primor técnico – e quem quer saber de técnica em um Derby? – foi cheio de alternativas, lances de perigo para ambos os lados, alguns mais ríspidos (como tem que ser em um Derby) – só não sei como alguém não quebra a perna daquele anão gambá que insiste em ser desleal e ainda por cima vive marcando contra a gente -, erros da arbitragem (sempre contra a gente) e, no final, um 1 x 1 que não foi bom para nenhuma das equipes.

O empate em 1 x 1 acabou por dar visibilidade novamente a uma figura nefasta ao Palmeiras: o péssimo ‘apitador’ (soprador de latinha, o vagabundo, safado, salafrário, sem-vergonha, vendido) Paulo César de Oliveira. E não foi por falta de aviso, pois esse ‘pederasta’ é useiro e vezeiro em nos prejudicar, basta para isso uma breve passagens pelos blogues Palestrinos na semana do clássico para vermos o quanto ele ‘apita’ sempre contra o Palestra. Mas, nossos ‘iluminados’ dirigentes são desportistas, e acham que as coisas somente se resolvem dentro de campo; enquanto isso, seguimos fazendo dossiês e mostrando como somos prejudicados pela arbitragem para, quem sabe um dia, alguém que dirija nossa equipe nos bastidores tome alguma atitude e vete, como fazem os outros, aqueles que nos prejudicam.

A torcida Palestrina foi um espetáculo à parte. Saí em caravana juntamente com a torcida Alviverde da frente do Palestra. Já ali, mostramos que não há estatuto, marqueteiros, dirigentes, promotor e políticos procurando promoção, que nos façam desistir de nossa paixão pelo futebol e pelo Palmeiras. Aproximadamente 10.000 torcedores seguiram juntos entoando seus gritos de guerra (sim, gritos de guerra!) por todo o percurso até o Pacaembu. O que não se deixou de fazer durante todo o jogo e após o seu final. As ofensas, de ambas as partes, que querem criminalizar com esse maldito estatuto, seguiu pelas ruas da capital, mostrando que o espírito do Derby é o de uma verdadeira guerra! Que nem por isso, teve baixas.

Quem fica inventando estatuto(s) para ‘pacificar’ torcedores e transformá-los em consumidores não perde por esperar, pois domingo mostramos que podem tentar nos afastar dos estádios, mas resistimos – e seguiremos resistindo, mesmo que não queiram mais nossa presença nos estádios.

Palmeiras

É nítido que Felipão, mesmo sem ainda contar com os reforços que solicitou, já vai dando uma cara de time a esse elenco. Poderíamos ter vencido, como poderíamos também ter perdido, mas o importante a destacar são dois aspectos: a) mesmo saindo atrás no placar o time não se desesperou como fazia até há pouco tempo; e, b) o time lutou e correu atrás da vitória, sem temer o adversário, até o final do jogo. Quando eu disse que não precisávamos de um técnico, mas sim de Felipão (que é mais que isso), era disso que eu falava. Que venham os reforços que ainda dá para alcançarmos os líderes.

Forza Palestra!

Parabéns Torcida que Canta e Vibra!

Armero 1 x 0 Palmeiras

31/01/2010

Perdemos o Derby.

Quase quatro anos depois da última derrota para os maiores rivais amanheceremos amanhã amargando uma derrota que tinha tudo para não acontecer.

Ela poderia não ter acontecido…

Não fosse a deficiência técnica (ruindade) de nosso lateral esquerdo, que mais uma vez fez uma falta desnecessária onde não deveria fazê-la, e do lance saiu um cruzamento para um gol adversário…

Não fosse mais uma vez termos jogado com três volantes, durante boa parte do jogo, e com um jogador a mais…

Não fosse a deficiência de nosso meio, pois temos esse setor habitado por marcadores, Xavier é um oásis…

Não fosse a inoperância de nosso homem gol, que em um único chute a gol consagrou o goleiro (fraco) adversário…

Não fosse um menino chamado João Arthur (ou João, ou Joãozinho) que um dia poderá ser, mas que ainda não é…

Não fosse um banco de reservas risível…

Não fosse um Daniel, que é Love – Lovinho, que nem uma bola consegue dominar…

Não fosse um elenco carente… De um zagueiro, de dois meias, de dois avantes…

Não fosse a ausência de Diego Souza, aquele que parte da torcida insiste em criticar, mas que faz uma falta monstruosa – feito o seu futebol que é de monstruoso, coisa de craque… Que faz falta, que fez falta; como fará a vitória, como não fará a derrota. Derrota que amanhã, segunda-feira, nos trará um dia triste.

Mas, tenho paciência e espero pelos reforços; e pelo empenho da diretoria – que buscará reforços, tenho certeza, e que não mais nos fará tristes.

Espero que esse ano essa seja nossa única tristeza. Já foi – e é – demais.

Em tempo: O Armero pode chorar, mas não tem a mínima condição de vestir a camisa do Palmeiras (o rival não fez gol, o gol foi dado a eles por nosso lateral esquerdo). Como, ainda, não tem João Arthur e Daniel. Como não tem Robert…

Reforços já!

Forza Torcida!

Forza Palestra!