Posts Tagged ‘reforços’

O barato sempre sai caro

21/02/2011

“Nós precisamos de um camisa 9. Eu já falei isso mil vezes, se quiserem me ouvir, muito bem. Se não quiserem, tudo bem também. Mas só o Kleber lá na frente não dá. Economizar dinheiro desse jeito não vai adiantar nada, vai acabar saindo mais caro. O time está jogando bem, mas ainda falta isso”.

A frase acima é do Felipão ao final de um empate em que criamos seis ou sete chances de gol, duas ou três claras, e não saimos do empate (zero a zero) com o ‘poderoso’ Mogi-Mirim.

Cabe agora ao presidente do Palmeiras entender o recado e buscar o nove, o centroavante, o goleador, o homem de área. Ou seja, atender ao pedido de nosso técnico.

Todos sabem que a situação financeira do Palmeiras não é boa, mas com a economia que vem sendo feita, ao nos ‘livrarmos’ de alguns jogadores que não estão nos planos, creio que podemos buscar algum centroavante de área para que as chances de gol que perdemos ontem não continuem a ser desperdiçadas.

E Felipão, do alto de sua sabedoria tem toda razão, pois no futebol a economia não é boa conselheira. Ou como no dito popular: ‘o barato sai caro’. Em nosso caso, o ‘bom e barato’ já nos levou ao fundo do poço.

Ainda é tempo Tirone. Às compra!

Em tempo: O que é Rivaldo? O que é Márcio Araújo?

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E o Mago voltou!

26/07/2010

Amanhã um post sobre a volta de mais um ídolo para a sua casa.

Por enquanto, comemoremos, pois o Mago Voltou!

Veja no G-Zuis um post comemorativo pela volta do Mago!

Recomeço

15/07/2010

Exatamente 39 dias após a sua última apresentação no campeonato brasileiro (Internacional 1 x 1 Palmeiras) o nosso Verdão reinicia hoje a sua caminhada neste brasileirão.

Recomeço é a palavra de ordem desses novos tempos que parecem se avizinhar pelos lados do nosso Palestra Itália. E olha que tudo parece novo.

O recomeço será em nova casa, já que a nossa está fechada para uma remodelação. O bom e velho Pacaembu, uma de nossas casas nos próximos dois anos, que ao contrário do que dizem não é a casa de nosso maior rival, é – saibam e batam no peito – um verdadeiro templo alviverde, pois lá conquistamos inúmeras vitórias e títulos.

Aliás, esse recomeço se faz assentado em velhas figuras. Figuras que nos enchem de esperanças, pois foi sob o signo Parmalat e Felipão, ambos de volta, que conquistamos nosso último grande triunfo, a Taça Libertadores. Além desse título, depois da era Felipão/ Parmalat, somente o Paulista de 2008, já sob a famigerada parceria com a Traffic.

Aliás, a saída da Traffic, que se não foi anunciada de direito está se dando de fato, pode ser mais um marco desse recomeço. Ontem, de forma que só os traidores fazem, na calada da noite, às vésperas de um clássico, esse nefasto grupo – que somente se serviu do Palmeiras até o momento, retirou de nossas hostes seu último ‘produto’: o meia Cleiton Xavier. Boa sorte ao Cleiton. Vade retro Traffic.

De volta também, e com presença já confirmada para hoje à noite, temos o Gladiador (Kleber). Em breve, pelo que se ouve, teremos de volta nosso Mago (Valdívia). Além, destes, quem sabe mais um avante, um zagueiro, outro meia, talvez um lateral.

Com as já confirmadas presenças de Kleber e Felipão, e quem sabe com a volta do Mago e a vinda de mais alguns reforços, e a saída da Traffic, teremos – como estamos pedindo há tempos – o nosso Palmeiras de volta. Aquele que aprendemos a admirar; o Palmeiras que não se entrega; o Palmeiras que é o time da virada, da raça, do sangue, do espetáculo…

Cabe aqui ressaltar o papel importante que a torcida cumpriu nesses duros tempos de seca. Ao contrário do que alguns dizem, muito ao contrário por sinal, foi somente a pressão da torcida nas arquibancadas e a vigilância de uma rede de Palestrinos na internet, que fez com que a diretoria se mobilizasse e retomasse o caminho de um Palmeiras grande. Um verdadeiro recomeço também para ela, que estava perdida, acomodada e errando demais.

Ao contrário do que muitos afirmam esse ‘novo’ Palmeiras tem a cara que sua torcida quer, a cara de vencedor, o espírito de vencedor. Nada de parceiros e jogadores que somente pensam em si. Hoje, o grande Palmeiras recomeça a trilhar o caminho de sua grandeza.

Hoje, no Pacaembu estaremos lá – faça frio ou calor, chova ou não (apesar de que isso, a chuva, é a única coisa que não muda, pois chove novamente) – para incentivarmos, agora com as esperanças renovadas de que esse recomeço seja o marco de uma nova era de vitórias e conquistas.

Força Palestra!

Presidente, faz um 21

16/06/2010
Valdivia diz que só falta uma ligação do Palmeiras

Poxa presidente, tá baratinho. Liga e traga o nosso Mago de volta.

Eis aqui uma amostra de uma época que éramos felizes, sabíamos, mas nos foi subtraída:

Deus está de volta!

13/06/2010

Como antecipado pelo blogue, via twitter, a partir de informações colhidas nas alamedas do Palestra, na quarta-feira, durante a apresentação do Gladiador, Deus – Luiz Felipe Scolari (Felipão) está de volta ao Palmeiras, assina contrato no dia 15 de julho e assume o time logo após a Copa do Mundo.

No dia 3, o auxiliar técnico Murtosa assume a equipe e já inicia os preparativos para o clássico do dia 15, contra o Santos, no Pacaembu.

Bem vindo de volta Felipão!

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Arte feita pelo amigo Carlinhos, diretor dos Fora de Forma de Botucatu. O Cipullo deles. Valeu amigo.

Seja bem-vindo de volta Gladiador

10/06/2010

Kleber voltou, o Gladiador voltou. Segundo ele, e também segundo a maioria dos Palmeirenses, para o lugar de onde nunca deveria ter saído.

Ontem, em uma linda tarde de inverno, onde frio e calor se alternaram nas hoje frias arquibancadas do Palestra, a torcida esmeraldina retornou ao seu lugar de origem para saudar o retorno de seu guerreiro. Aquele espaço que foi retomado ontem pela torcida esmeraldina lhe foi recentemente subtraído, pois lá se encontra o setor mais caro do Palestra Itália. Mas, no reencontro com seu guerreiro a torcida reencontrou também o seu antigo espaço, e o ocupou; com seus gritos de guerra, seus cânticos, sua batucada, sua bandeiras; nossa gente estava lá novamente.

O Palmeiras é um clube de futebol sui generis, não consegue viver (e conviver) sem ídolos. Ao contrário de outras equipes de futebol que ganham títulos sem ídolos, apenas com planejamento, elencos fortes, técnicos de ponta, o Palmeiras não; nós somos dependentes de ídolos. Não que apenas os ídolos ganhem jogos, mas nossa torcida precisa de alguém e de alguns que encarnem o espírito Palestrino nos gramados, um ou outro representante da torcida no campo, o elo entre o divino e o profano, entre as arquibancadas e o gramado, entre os mortais das arquibancadas e os imortais dos campos de futebol. Quando há essa simbiose temos equipes vencedoras, quando isso nos falta não ‘dá liga’ como se diz no jargão.

Ontem, se alguém tinha dúvidas disso, a reapresentação de Kleber deixou isso ‘claro como mil sóis’. Somente um representante das arquibancadas nos gramados é que poderia em uma tarde de quarta-feira, dia útil, reunir mais de cinco mil pessoas em nosso estádio, somente no afã de revê-lo, se reverenciá-lo, de idolatrá-lo, de gritar por seu nome, quem sabe na esperança que ele ouça as súplicas desse povo sofrido, que busca em seu guerreiro a esperança de dias melhores.

Somente um verdadeiro ídolo poderia congraçar torcedores ‘organizados’ e ‘amendoins’; ‘torcedores comuns’; gerações distintas – o idoso, o jovem, a criança, o bebê… Homens e mulheres se congraçando e idolatrando aquele que nunca se furtou em dizer que é um dos nossos. Homens e mulheres, de todas as cores, idades, mas uma única religião: o amor ao Palmeiras. Homens e mulheres que sabem sim, ao contrário do que dizem, reconhecer e reverenciar seus verdadeiros representantes, seus ídolos.

O Gladiador voltou, para o lugar de onde nunca deveria ter saído – sua Arena, o Palmeiras; o Gladiador voltou para nos representar seja no Palestra Itália ou qualquer campo de batalha, pois nosso Gladiador nos representa seja onde for – aqui, lá, acolá – com sua garra e entrega. Kleber é um de nós nos gramados, por isso, lá estávamos – todos – renovando a esperança de que possamos nos reerguer, e erguer, o gigante Palmeiras.

Seja bem-vindo de volta Gladiador.

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Todas as fotos são de minha autoria, com exceção da foto central (O ídolo*) que é do Raphael Falavigna.


Torcida Idosos O ídolo*
Crianças Mulheres

A Lusa das Perdizes

31/05/2010

Há quem torça o nariz, inclusive me xingue, quando digo que essa diretoria está transformando o Palmeiras em time médio, uma autêntica Lusa das Perdizes.

Pois bem, a cada decisão da atual diretoria essa máxima se confirma, para minha tristeza, para o desespero daqueles que torcem o nariz quando digo isso, e para a alegria dos adversários.

Sábado me desloquei com alguns Palestrinos de alma e sangue verde até a Arena Barueri e assisti a mais um show de horrores. Sim, atualmente acompanhar o Palmeiras tem trazido momentos de puro desespero e terror. Se nossa defesa se mostra confiável, nosso meio campo (armação) e ataque é um amontoado de gente improdutiva, que não consegue um gol, um mísero gol, para nos dar um momento de ilusão. Mas, não para por aí. Puro desespero.

Na volta, ouvindo os programas esportivos, ficamos sabendo da nova e brilhante idéia de nossa iluminada diretoria. Confirmando a vocação para time médio nossa ilustre diretoria contratara, naquele dia, como gerente de futebol, nada mais nada menos que Candinho. Isso mesmo, o brilhante, visionário e atualíssimo Candinho foi anunciado sábado à noite como gerente de futebol do Palmeiras. Meu Deus, exclamação, deve ter dito Avallone ao saber da ‘boa nova’; agora vai, disse eu.

Mas, o festival de trapalhadas da atual diretoria não para por aí. Hoje, pouco antes de escrever esse texto, me deparo com uma nota (isso mesmo nota, pois o Palmeiras agora não gera mais matérias já que é time médio) de que a brilhante e excelente diretoria do Palmeiras não chegou a um acerto de salários com Candinho e esse não será mais o gerente de futebol do Verdão. Como diria Zagallo: Aí sim, fomos surpreendidos novamente!

Desse novo episódio patético de nossa diretoria concluo duas coisas: 1) a providência divina vem trabalhando a favor do Palmeiras; e, 2) somos sim a Lusa das Perdizes.

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Em tempo: Alex Muller, em seu twitter, dá como certa a volta do Gladiador Kleber. Em se confirmando a nota de Alex Muller, eu só acredito depois que Kleber fizer sua estréia, pois não acredito em nada que é feito por essa diretoria, será a primeira bola dentro dessa diretoria em anos. Mas, sobre isso escrevo depois.

Queremos o nosso Palmeiras de volta!

Renúncia coletiva!

Vai ser sofrido

10/05/2010

No sábado, na estréia do Palmeiras em mais um campeonato brasileiro – longo, chato… – tivemos uma pequena mostra do que será esse campeonato para a nossa torcida.

Zago

Como eu já disse temos alguns bons jogadores, outros razoáveis, mas no frigir dos ovos não somos nada diferentes das outras equipes nesse nacional. O problema é que ninguém consegue fazer essa gente jogar bola. Somos comandados por um arremedo de técnico que, além disso, vais aos poucos mostrando o seu modo de agir, e se continuar assim não será estranho que esse grupo de jogadores frite nosso ‘coach’. Funciona assim: se existe algo que qualquer grupo de jogadores, mesmo quando está rachado, não suporta são traíras; se esse for o técnico então, segura. Sábado Robert perdeu gol feito, logo após perdeu pênalti – o quinto do time em três dias – a torcida, eu incluso, não perdoou o jogador, tome vaia, xingamentos etc. O que fez o gênio que comanda nossa equipe? Ao invés de proteger seu jogar, mantê-lo em campo até o apito final, assim as vaias – se viessem – não teriam apenas um jogador como alvo, Zago sacou Robert que, como todos devem ter visto, foi massacrado pela torcida. Essa a ‘boleirada’ anotou na caderneta, podem ter certeza.

Até breve Palestra

No penúltimo jogo em nossa casa, São Pedro que não deve ter simpatia alguma com a nossa torcida, mandou mais uma vez um temporal, que não nos abandou durante o jogo todo. Mas, aqueles que lá estavam já se acostumaram com isso. Espero que na nova casa estes que até hoje tomaram muita chuva, muito sol, passaram frio etc. não sejam barrados.

Ingresso

Foi estranho, mas pela primeira vez – em se tratando de Palmeiras é espantoso – algo pensado para a torcida, mesmo que para parte dela, funcionou. Trata-se dos ingressos, aqueles reservados para os sócios, com preço reduzido, compra antecipada, pelaq internet (isso ainda não saiu do papel) e entrada diferente, do qual já escrevi aqui. Entrada calma, sem tumulto, bilhete passando pela catraca sem problemas. Como já disse, de se estranhar. Pena que não poderemos desfrutar disso em nossa casa durante o ano, pois como já disse, o Palestra será fechado no próximo dia 22. Daí é interior, Barueri, Pacaembu…

Torcida

Nossa torcida está impaciente, eu incluso. Estamos tão carentes de um time, de bons jogadores, de ídolos de verdade, de títulos, que não suportamos mais os recorrentes erros cometidos por esse time. Erro que se acumulam e são de todos: diretoria, técnico e jogadores. Entretanto, pela fragilidade desse grupo como time, por não termos nossa casa para nos impormos e por todas as nossas limitações, creio que seja a hora de haver um pacto entre time e torcida. Precisamos nos fazer presentes; precisamos apoiar incondicionalmente o time. Não digo apoiar jogadores, grupo de jogadores, mas o Palmeiras, pois senão temo pelo pior. As vaias e os xingamentos precisam cessar, imediatamente, senão a série B será nosso destino. Não que somos os culpados, como alguns insistem em dizer, pelo mau futebol apresentado pelo time, mas sinto um grupo inseguro, que ao primeiro apupo vindo da torcida se desespera, se perde e não rende. Não sei como fazer isso, só sei que de minha parte não haverá – até o final do ano – mais nenhuma vaia. Por aqui as críticas continuarão, mas no estádio só apoio.

E que venham os reforços, urgente.

Forza Palestra!

Intuição

01/05/2010

“Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto eu tô voltando…”

Pelo que aindei ouvindo, não é informação, só intuição, por isso não me cobrem…  à la twitter:

# VALDÍVIA vem aí!

Que os Deuses do futebol nos ajudem a ter esse presente!

FORZA PALESTRA!

De Bate Pronto

09/03/2010

Vitória

Para dar mais segurança e tranqüilidade ao grupo de jogadores, em momento em que a equipe não vem jogando bem, a vitória e os três pontos são o mais importante.

Raça

Ao contrário dos jogos contra S. Caetano e S. André, ontem o time correu, suou e não desistiu em momento algum, apesar das limitações técnicas e táticas.

São Marcos

Aparentemente mais uma falha; soltou uma bola defensável e depois cometeu a falta (pênalti) que alguns dizem que foi outro não. Espero que tenham percebido que o que falta ao Marcos é mais treinamento. Sei que está com problemas físicos, mas com Prascidelli não acontecia dessas coisas.

Time

Correu, se esforçou, mas esbarrou na limitação técnica de alguns, e na falta de um padrão tático de jogo. Já dá para perceber, e espero que a diretoria tenha visto isso, que da forma em que o calendário dos campeonatos são feitos no Brasil – jogos de quarta e domingo, com a impossibilidade de se treinar, não dá para demitir técnicos durante o campeonato. Isso ocorreu no Brasileiro do ano passado e aconteceu agora no Paulista. Resultado: o time não tem a cara do treinador, fica preso entre o antigo esquema e um novo que não existe, assim, não tem padrão algum.

Deficiências

Está comprovado que em algumas posições estamos carentes, e muito. Precisamos de dois laterais (Wendell é o exemplo de como estamos mal na posição há algum tempo); um volante que saia para o jogo, pois M. Araujo tem se mostrado um jogador limitado tecnicamente; um meia de armação, pois C. Xavier alterna momentos bons e péssimos (aliás, ontem estava muito mal no jogo, só acordou – e ainda bem – depois dos 35 minutos e acabou por nos dar a vitória); um ataque completo (homem gol e um atacante que saia da área), pois Robert e Lenny são, no máximo, para compor elenco.

Reforço

Voltando de Barueri e ouvindo o terceiro tempo da Band, informaram que Vítor, lateral do Goiás, desembarca no Palestra ao final dos estaduais; para o Brasileirão. Segundo o “primeiro ministro” faltam somente alguns detalhes para se concretizar. O detalhe é que o técnico Jorginho (lembram dele?) e a diretoria do Goiás, além de dinheiro, querem três jogadores que ainda não pediram, ou se pediram o “primeiro ministro” não quis dizer quais são. O jogador vem em parceria com um grupo de investidores.

Barueri

O estádio é bem legal, mas a vergonha reinou ontem por lá. Além de não ser nossa casa, além de termos nos submetido a local, horário e dia impróprios, apenas duas bilheterias funcionando. Resultado: gente entrando no estádio com o jogo em andamento e até no intervalo. Além disso, continuam a praticar preços de “puteiro” nos estádios. Um copo de refrigerante quente a R$ 4,00, um hot-dog frio por R$ 4,00; estacionamento a R$ 20,00; sem contar pedágio, gasolina etc. é uma vergonha, um atentado contra os torcedores, porque os consumidores pagam sem reclamar.

Torcida

Estava presente em número reduzido, os motivos podem ser vistos no item anterior. O que me chamou a atenção foi uma das organizadas, em pequeno número, xingando o time até na hora do gol de empate, em momento em que deveria estar mais é apoiando. Sempre me disseram que criticar o time, xingar jogador; enfim, cobrar, é depois do final do jogo. Gostaria de saber o que está por detrás disso, pois xingar o “primeiro ministro” tudo bem, mas jogar contra o time é prejudicar o Palmeiras, o mesmo que Cipullo está fazendo.

Valeu pessoal

Meus agradecimentos ao Beto, Téo, Pessini e Giocondo. Pela carona, companhia, e pela compra do ingresso que me livrou da fila. Valeu pessoal!

Fora Cipullo!

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Sem revisão