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Recomeço

15/07/2010

Exatamente 39 dias após a sua última apresentação no campeonato brasileiro (Internacional 1 x 1 Palmeiras) o nosso Verdão reinicia hoje a sua caminhada neste brasileirão.

Recomeço é a palavra de ordem desses novos tempos que parecem se avizinhar pelos lados do nosso Palestra Itália. E olha que tudo parece novo.

O recomeço será em nova casa, já que a nossa está fechada para uma remodelação. O bom e velho Pacaembu, uma de nossas casas nos próximos dois anos, que ao contrário do que dizem não é a casa de nosso maior rival, é – saibam e batam no peito – um verdadeiro templo alviverde, pois lá conquistamos inúmeras vitórias e títulos.

Aliás, esse recomeço se faz assentado em velhas figuras. Figuras que nos enchem de esperanças, pois foi sob o signo Parmalat e Felipão, ambos de volta, que conquistamos nosso último grande triunfo, a Taça Libertadores. Além desse título, depois da era Felipão/ Parmalat, somente o Paulista de 2008, já sob a famigerada parceria com a Traffic.

Aliás, a saída da Traffic, que se não foi anunciada de direito está se dando de fato, pode ser mais um marco desse recomeço. Ontem, de forma que só os traidores fazem, na calada da noite, às vésperas de um clássico, esse nefasto grupo – que somente se serviu do Palmeiras até o momento, retirou de nossas hostes seu último ‘produto’: o meia Cleiton Xavier. Boa sorte ao Cleiton. Vade retro Traffic.

De volta também, e com presença já confirmada para hoje à noite, temos o Gladiador (Kleber). Em breve, pelo que se ouve, teremos de volta nosso Mago (Valdívia). Além, destes, quem sabe mais um avante, um zagueiro, outro meia, talvez um lateral.

Com as já confirmadas presenças de Kleber e Felipão, e quem sabe com a volta do Mago e a vinda de mais alguns reforços, e a saída da Traffic, teremos – como estamos pedindo há tempos – o nosso Palmeiras de volta. Aquele que aprendemos a admirar; o Palmeiras que não se entrega; o Palmeiras que é o time da virada, da raça, do sangue, do espetáculo…

Cabe aqui ressaltar o papel importante que a torcida cumpriu nesses duros tempos de seca. Ao contrário do que alguns dizem, muito ao contrário por sinal, foi somente a pressão da torcida nas arquibancadas e a vigilância de uma rede de Palestrinos na internet, que fez com que a diretoria se mobilizasse e retomasse o caminho de um Palmeiras grande. Um verdadeiro recomeço também para ela, que estava perdida, acomodada e errando demais.

Ao contrário do que muitos afirmam esse ‘novo’ Palmeiras tem a cara que sua torcida quer, a cara de vencedor, o espírito de vencedor. Nada de parceiros e jogadores que somente pensam em si. Hoje, o grande Palmeiras recomeça a trilhar o caminho de sua grandeza.

Hoje, no Pacaembu estaremos lá – faça frio ou calor, chova ou não (apesar de que isso, a chuva, é a única coisa que não muda, pois chove novamente) – para incentivarmos, agora com as esperanças renovadas de que esse recomeço seja o marco de uma nova era de vitórias e conquistas.

Força Palestra!

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Armero 1 x 0 Palmeiras

31/01/2010

Perdemos o Derby.

Quase quatro anos depois da última derrota para os maiores rivais amanheceremos amanhã amargando uma derrota que tinha tudo para não acontecer.

Ela poderia não ter acontecido…

Não fosse a deficiência técnica (ruindade) de nosso lateral esquerdo, que mais uma vez fez uma falta desnecessária onde não deveria fazê-la, e do lance saiu um cruzamento para um gol adversário…

Não fosse mais uma vez termos jogado com três volantes, durante boa parte do jogo, e com um jogador a mais…

Não fosse a deficiência de nosso meio, pois temos esse setor habitado por marcadores, Xavier é um oásis…

Não fosse a inoperância de nosso homem gol, que em um único chute a gol consagrou o goleiro (fraco) adversário…

Não fosse um menino chamado João Arthur (ou João, ou Joãozinho) que um dia poderá ser, mas que ainda não é…

Não fosse um banco de reservas risível…

Não fosse um Daniel, que é Love – Lovinho, que nem uma bola consegue dominar…

Não fosse um elenco carente… De um zagueiro, de dois meias, de dois avantes…

Não fosse a ausência de Diego Souza, aquele que parte da torcida insiste em criticar, mas que faz uma falta monstruosa – feito o seu futebol que é de monstruoso, coisa de craque… Que faz falta, que fez falta; como fará a vitória, como não fará a derrota. Derrota que amanhã, segunda-feira, nos trará um dia triste.

Mas, tenho paciência e espero pelos reforços; e pelo empenho da diretoria – que buscará reforços, tenho certeza, e que não mais nos fará tristes.

Espero que esse ano essa seja nossa única tristeza. Já foi – e é – demais.

Em tempo: O Armero pode chorar, mas não tem a mínima condição de vestir a camisa do Palmeiras (o rival não fez gol, o gol foi dado a eles por nosso lateral esquerdo). Como, ainda, não tem João Arthur e Daniel. Como não tem Robert…

Reforços já!

Forza Torcida!

Forza Palestra!